segunda-feira, 6 de julho de 2020

ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA - Leitura de textos em quadrinhos

Leia o texto abaixo:



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Um forte abraço e até a próxima.

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sexta-feira, 19 de junho de 2020

Dica de Leitura - A Formiguinha e a Neve (João de barros)

A formiguinha e a neve (Coleção Literatura em Minha Casa #4 ...


Certa manhã de inverno, uma formiguinha saiu para seu trabalho diário. Já ia muito longe, à procura de alimento, quando um floco de neve caiu - pim! - e prendeu o seu pezinho! Aflita, vendo que não podia livrar-se da neve e iria assim morrer de fome e de frio, voltou-se para o Sol e disse:
- Oh, Sol, tu que és tão forte, derrete a neve e desprende meu pezinho... E o Sol, indiferente nas alturas, falou:
- Mais forte do que eu é o muro que me tapa! Olhando então para o muro, a formiguinha pediu:
- Oh, muro, tu que és tão forte, que tapas o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o muro que nada vê e muito pouco fala respondeu apenas:
- Mais forte do que eu é o rato que me rói! Voltando-se então para um ratinho que passava apressado, a formiguinha suplicou:
- Oh, rato, tu que és tão forte, que róis o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... Mas o rato, que também ia fugindo do frio, gritou de longe:
- Mais forte do que eu é o gato que me come! Já cansada, a formiguinha pediu ao gato:
- Oh, gato, tu que és tão forte, que comes o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o gato, sempre preguiçoso, disse bocejando:
- Mais forte do que eu é o cão que me persegue! Aflita e chorosa, a pobre formiguinha pediu ao cão:
- Oh, cão, tu que és tão forte, que persegues o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o cão, que ia correndo atrás de uma raposa, respondeu sem parar:

- Mais forte do que eu é o homem que me bate! Já quase sem forças, sentindo o coração
- Oh, homem, tu que és tão forte, que bates no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E o homem, sempre preocupado com seu trabalho, Respondeu apenas:
- Mais forte do que eu é a morte que me mata! Trêmula de medo, olhando a morte que se aproximava, a pobre formiguinha suplicou:
- Oh, morte, tu que és tão forte, que matas o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E a morte, impassível, respondeu:
- Mais forte do que eu é Deus que me governa! Quase morrendo, a formiguinha rezou baixinho:
- Meu Deus, tu que és tão forte, que governas a morte, que mata o homem, que bate no cão, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprende meu pezinho... E Deus, então, que ouve todas as preces, sorriu. Estendeu a mão por cima das montanhas e ordenou que viesse a primavera! No mesmo instante, a primavera desceu sobre a Terra, enchendo de flores os campos, enchendo de luz os caminhos! E, vendo a formiguinha quase morta, gelada pelo frio, tomou-a carinhosamente entre as mãos e levou-a para seu reino encantado, onde não há inverno, onde o Sol brilha sempre e onde os campos estão sempre cobertos de flores!


quarta-feira, 17 de junho de 2020

Dica de Leitura - O Pequeno Príncipe


Sinopse

O livro começa contando uma recordação que o narrador da história possui, sobre o primeiro desenho que havia feito em sua infância. Tratava-se de um elefante que foi engolido por uma cobra da espécie jiboia. Ele resolve perguntar aos adultos que conhece, o que eles estavam vendo em seu desenho. E diversas respostas unanimes foram dadas por eles.
Quando o narrador cresceu, queria mais uma vez testar o grau de lucidez das pessoas e por isso, resolveu mostrar novamente os desenhos para os adultos, e todos continuavam a responder a mesma coisa: um chapéu. Assim, ele acabou vivendo toda a sua vida sem amigos, com os quais realmente pudesse estabelecer uma conversa. Por causa das decepções que teve com o teste do desenho, acabou escolhendo como profissão ser piloto. Um certo dia, ocorreu um problema com o avião que pilotava e ele, caiu no deserto do Saara.
Na primeira noite no deserto, o narrador acabou adormecendo na areia mesmo. Quando o dia raiou, uma voz estranha o despertou. Tratava-se do pequeno príncipe, um rapaz de cabelos dourados e com um cachecol vermelho em torno do pescoço. Este pediu, que o narrador desenhasse um carneiro. O narrador então, resolve mostrar a ele, aquele misterioso desenho, que ninguém nunca acertou o que realmente era. E ele lhe diz, que não quer um elefante sendo engolindo por uma jiboia e sim um carneiro. Mas, havia um problema. Por ter sido desencorajado a desenhar, o narrador tem dificuldades para desenhar o carneiro.
Depois de muito tentar, ele tem a brilhante ideia de desenhar o carneiro dentro de uma caixa. Para sua surpresa, o pequeno príncipe acaba aceitando o desenho.
O narrador então começa a conversar com o rapaz. Ele lhe conta, que viera de um planeta, que possuía o tamanho de uma casa. Por sua vez, o pequeno príncipe contou ao narrador o drama em que vivia em seu planeta e porque precisava tanto de um carneiro. Isso porque, havia nele uma árvore, chamada de baobá, que crescia muito. Por isso, o carneiro era importante para que pudesse se alimentar dos baobás enquanto estes ainda eram pequenos. 
Assim, o narrador passou a valorizar as pequenas coisas do cotidiano, como por exemplo contemplar as estrelas, apreciar o perfume e a beleza de uma flor e admirar o pôr do sol.
O príncipe ainda contou todas as duas aventuras em diversos planetas. No último planeta visitado por ele, a Terra, encontrou uma serpente, que através de uma picada, prometeu lhe enviar de volta ao seu planeta de origem. O narrador da história, não gostou muito dessa notícia, já que havia se afeiçoado ao rapaz pequeno.
O pequeno príncipe, pediu que o narrador não sofresse, quando seu corpo não estivesse mais com vida. Acabou ensinando a ele uma valiosa lição, a de que devemos aprender a olhar para além das aparências. Não havia nenhuma outra maneira do pequeno viajar para o seu planeta de origem, já que no estado em que se encontrava, estava muito pesado para isso. Assim, com a picada, ele se tornaria mais leve e poderia enfim, realizar a tão esperada viagem.
Quando o dia de encontrar a serpente finalmente chegou, o pequeno príncipe ao ser picado, não esboçou reação, e também não gritou. Aceitou de maneira corajosa o destino que lhe foi imposto. Depois de tombar como uma árvore, enfim, voltou para o seu planeta.
Tempos depois, o narrador se sentiu consolado por saber que o rapazinho havia conseguido o que tanto desejara. Hoje, quando ele olha as estrelas no céu, sorri, lembrando do seu pequeno príncipe.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Atividade de Matemática - Situações problemas


ATIVIDADE DE FIXAÇÃO

 

Responda as situações problemas

 

Copie a atividade abaixo em seu caderno e responda.

 

1.       Maria tinha 153 pombos. Fugiram 56 e depois foram colocados mais 76 no viveiro. Quantos pombos ficaram no viveiro?

2.       Um feirante comprou 385 tomates e 233 cebolas. Já vendeu 142 ao todo. Quantas restam?

3.       Um jardineiro recebeu um total de 987 flores: Dessa, 321 eram rosas, 132 eram margaridas e o restante eram cravos. Quantos eram os cravos?

4.       Luciana comprou 426 figurinhas de Anita e 326 de Marcela. Depois deu 97 figurinhas à sua irmã. Com quantas figurinhas Luciana ficou?

5.       Tia Paulo fez 133 brigadeiros, 234 pirulitos e 314 cajuzinhos. Já vendeu 444 docinhos. Quantos docinhos faltam para vender?

6.       Rosna tem 3 centenas e meia de lápis. Deus para seus alunos 176 e ganhou depois mais 56. Com quantos lápis ainda ficou?


segunda-feira, 8 de junho de 2020

Atividade de Língua Portuguesa - ESTUDO DO TEXTO: Acontecimentos no Brasil e no Mundo

Leia a notícia "Menina de 11 anos dá aulas em becos de comunidade do Recife". Agora copie em seu caderno de Língua Portuguesa as seguintes questões e responda:

Atenção

Em toda atividade fazer o cabeçalho no caderno. Modelo no final da página.
  1. Que gênero textual você acabou de ler?
  2. Por que foi escrito?
  3. Por quem foi escrito?
  4. Você conhecia a história de Stheffany?
  5. Como essa história chegou até você?
  6. Para quem o texto foi escrito?

Após responder todas as questões em seu caderno tire uma foto e envie para seu professor.


Escola Municipal Elizete Pereira de Araújo
Componente curricular: Língua Portuguesa
Professor: João Paulo Tavares
Pocinhos, 08 de junho de2020.

Fonte: Atividade adaptada do site nova escola.

ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA - Acontecimentos no Brasil e no Mundo

Stheffanny
Stheffany Rafaela da Silva, 11 anos, transformou os becos da comunidade de Roda de Fogo, no Recife (Pernambuco), em salas de aula. A ideia surgiu enquanto ela e suas primas brincavam de escolinha pelas vielas da região. Stheffany passou a levar a brincadeira a sério no ano passado, dando aulas de reforço escolar a 16 crianças de 5 a 8 anos da comunidade todos os dias às 18h.
“Eles chegam da escola às 17h40. É o tempo de trocarem de roupa e irem para o beco”, conta. “Começamos fazendo exercícios do livro de matemática, que é a matéria que eu mais gosto. Mas agora dou aula de todas as matérias.”
Para incentivar as crianças a irem às aulas, Stheffany pede materiais para cozinhar e alimentos aos moradores. Assim, ela e a mãe Rafaela da Silva, 29 anos, podem preparar pratos, como bolo de chocolate, para oferecer aos alunos.
Ela também recebeu como doação para dar aulas um quadro, livros, apagador e pastas com lápis, caneta e caderno para cada aluno. A doadora foi uma professora da região que se interessou pelo projeto.
Stheffany gostou tanto da experiência que está decidida a ser professora de matemática quando crescer. Além da escolha da profissão, o projeto trouxe a ela uma bolsa de estudos em uma escola particular custeada por uma pessoa que se sensibilizou com a iniciativa voluntária da professora mirim.
“A escola nova é super legal. Na minha outra escola todo mundo saía para o recreio e havia muita briga. Agora, cada turma sai em um horário”, diz. “Agora tenho aula de música, espanhol, desenho geométrico e raciocínio lógico, na outra escola não tinha.”
Fonte: Jornal Joca